quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Uns chamam-lhe maluquice
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Aos solavancos é que vamos
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Os deuses testam-nos mas não nos detestam
A brincar se diz o título. Até com piada. Eu por acaso gostei muito. Foi um trabalho a duas mãos. Ele disse o início e eu o fim. Porque pensei que o tempo me tinha dado a capacidade de não chorar, de persistir sem medos, sem medo de fraquejar, sem dúvidas porque com o coração ao alto tudo se decide sempre pelo melhor. Porque tenho de acreditar ainda hoje e mais uma vez que tudo o que está é passageiro, que é mais uma das tantas tempestades que durante a vida vivemos. Só mais uma, das tantas outras que ainda faltam vir.
Estamos no número 3. O da trindade, o da conta certa, o da perfeição divina. Estamos no três com um pé já no quatro e em todos os outros que se seguirão. Quero estar depois como estou hoje, uns dias melhor outros pior, outros ainda muito bem, como se não existisse melhor sítio do mundo onde estar.
E não há. Aqui há o que eu construí e se não o quero assim, é também aqui que o tenho de mudar. Aqui há o nosso amor, os nossos desamores, os nossos filhos e nós, os teimosos, a teimar sempre com a presença e a ausência do outro. Um mais um a serem um muito grande, igual a dois, melhor que quatro, a pensar se calhar no cinco.
O amor é assim. Real, sem pinturas, com chatices, beijos, nódoas, noites mal dormidas e muitas gargalhadas. Mais que ser assim o amor é aqui, na vida, no corpo e nas mãos, e por isso não é outra coisa que não a vida como ela é. O amor é isto, o amor és tu.
Com o meu amor eu sinto menos as lágrimas, vejo mais a tormenta como passageira, acredito mais que tudo vem e no mesmo caminho, ou noutro, há de ir. E nós havemos de continuar, não no mesmo sítio mas para sítios melhores. Agora que já entrámos nos 3 a contar que os dedos não nos chegarão para chegar ao fim.
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Aos quinze meses
Do amor
Tudo poderá ser resumido ao amor, se bem analisado, tudo na nossa vida gira em volta do amor. Que temos ou não temos pelas coisas que nos rodeiam. Que nos mora ou não no peito, que trazemos todos os dias junto a nós. Este blog não sabe falar de outra coisa, e só quer falar do que fala. E falamos do amor.