terça-feira, 6 de maio de 2014

Toma lá

Toma a decisão.

Como se tomam decisões? Quando é que as nossas motivações nos empurram para além da linha que divide o pensamento da acção? Como é que o empurrão acontece e quando acontece?

Há os prós e os contras, e o preço que se tem obviamente de pagar por qualquer alteração de vida que se faça. E estás ou não disposto a pagar o preço...? E o preço paga-lo tu ou também quem te rodeia?

Friamente, qual será a posição adequada, a forma de estar? Onde está a coragem? Será esse o nome da coisa que falta?

Poderás ser bom numa coisa em que não queres ser bom, onde não queres investir, ao que só queres voltar as costas por cansaço, por desilusão? Fará sentido? E o que pensas que queres, se não fores bom nisso? Como farás? O que validas? O reconhecimento, teu e de terceiros, do que sabes que fazes bem e de onde poderás tirar frutos presentes e futuros ou a ideia concreta de que a vida são dois dias e que chegar ao fim com dúvidas é só estúpido? Mas a vida é para ser vivida ou pesada, pesada ou leve, fazes ou estás parado?

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