segunda-feira, 14 de julho de 2014
tê-los no sítio quando não os temos
no ritmo louco do dia a dia é fácil esquecer-mo-nos do que realmente importa. de quem realmente importa. o conforto e o comodismo e o receio podem toldar-nos esse raciocínio. há uma colega minha que vai deixar a profissão dela. assim, sem outro sítio para onde ir. vai para perto do marido, assumindo o que para ela é importante. é claro que ela o pode fazer e é claro que o pôde fazer porque a vida deles reúne uma quantidade de condições que outras não reunirão. é verdade. mas mesmo assim não lhe retiro o valor. num mundo de competição, e ainda muito marcado pelas ideias e pela luta das mulheres que há poucas décadas atrás quiseram ganhar autonomia e sair da forçosa alçada dos homens, nem sempre é fácil sermos compreendidas num conjunto de decisões. que nada têm a ver com ideais feministas ou subjugação ao mundo masculino. são só valores próprios, ideias próprias, desejos e prioridades individuais.
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