Quando essa mudança é querida, batemo-nos por ela. Fazemos tudo o que nos é possível para que resulte. Mas como sempre e em todos os locais da vida, há momentos maus. Que nestes casos têm dois sentidos: são maus porque o são e porque alimentam o bichinho da incerteza. Aquele bichinho que nos rói a consciência e planta nos buracos que faz a pergunta "e se...". E se não tivesse feito, e se não tivesse dito, e se não tivesse virado ao invés de lá ficar?...
Poucas são as vezes em que vemos claramente que a nossa decisão foi efetivamente a melhor, venham os maus momentos que vierem, façam-se os sacrifícios que tenham de ser feitos. Poucas são as vezes em que a vida nos segura, dando-nos a segurança que precisamos de ter para nos mantermos no nosso caminho.
São poucas, mas acontecem. Felizmente.
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