O Fringe é uma série menos boa, de 2008, que eu sempre quis ver e que nunca consegui. Agora ando a vê-la. Inclui episódios onde pessoas infectadas com modificações de sífilis se têm de alimentar de medula óssea para sobreviver.
Ahhhh pois é. Bom como só eu sei escolher. Bem, pelo meio há toda uma teoria da conspiração que envolve a existência de universos paralelos que irão colidir. Só melhora não é? Mas, lá pelo meio também, falam de algo que pode passar facilmente despercebido, face ao tamanho dos outros non sense todos que por lá aparecem: do poder enorme que reservamos hoje para a tecnologia e de como cada vez mais é possível que, através dela, a Humanidade venha a sofrer consequências irreparáveis, até para a sua continuidade neste planeta.
Balelas. Mais do mesmo. Filosofia para burgueses (li isto no outro dia no Facebook e gostei). É verdade. Mas quando, no dia 26 de Dezembro, fico a saber por uma informação transmitida pelo meu telemóvel que outra pessoa, que não vejo há anos, recebeu um Iphone pelo Natal....
Venham lá os outros episódios do Fringe (são 5 temporadas e eu ainda vou na primeira. Não me sigam o exemplo, por favor).
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