2 - ter trabalhado de mais
3 - não ter expressado as emoções da melhor forma
4 - não ter mantido o contacto com os meus amigos
5 - não me ter permitido ser mais feliz.
Isto não é invenção minha. a fonte é o The Guardian, que publicou um estudo realizado por uma enfermeira britânica, em Unidades de Cuidados Paliativos, e que nas suas conversas com os seus doentes, recolheu a informação necessária para construir este top 5.
Eu já sabia isto. Eu já vi isto, eu já ouvi isto. Muitas vezes, de muitas formas, até quando uma pessoa que teve uma carreira brilhante, das mais brilhantes que conheci, me disse que nada disso interessava, compreendia agora, porque não tinha acompanhado a família.
Mas ler um estudo, publicado numa outra língua, com validade científica, é outra coisa. Tem outro impacto. Sobre mim, que me habituei a seleccionar muito bem o que lia e a veracidade do que era dito. E ao ter sobre mim, tem forçosamente sobre a minha vida. Tem de ter. É obrigatório que tenha. "Sê a mudança que queres que aconteça". Temos de pensar sobre isto. A vida é a que há. Não há rosas, nem nuvens de algodão doce. Há o que há. E nem sempre é fácil olhar para o que há e descobrir-lhe algo de positivo, ou de bom. Mas o esforço é uma obrigação. Se quero a minha vida melhor. O queixume e a lamuria, a falta de planeamento e empenho, o cansaço de que tudo o que é mau, de tudo o que tolhe e encolhe, de todas as decisões que nos sentimos obrigados a tomar fazem-nos pequenos. Cada vez mais pequenos. Temos medo, porque achamos conforto no que não nos obriga a arriscar.
Um dia, vi no TED uma palestra sobre como podemos utilizar o medo a nosso favor. Recorrendo à "productive paranoia", uma estratégia que nos obriga a enunciar tudo o que pode correr mal e o que poderemos fazer para ultrapassar ou evitar esses acontecimentos. Fi-lo. Estou numa situação privilegiada, não tenham dúvidas, que eu também não as tenho. Não tive só coragem, tive e tenho muitas ajudas. Mas podia não o ter feito. Podia ter assumido que o risco era demasiado grande e que era preciso esperar pela melhor altura. Pelas condições certas. Podia ter esperado. E no fim os meus arrependimentos fazerem parte daquele top 5.
Juntem-se.
Isto não é invenção minha. a fonte é o The Guardian, que publicou um estudo realizado por uma enfermeira britânica, em Unidades de Cuidados Paliativos, e que nas suas conversas com os seus doentes, recolheu a informação necessária para construir este top 5.
Eu já sabia isto. Eu já vi isto, eu já ouvi isto. Muitas vezes, de muitas formas, até quando uma pessoa que teve uma carreira brilhante, das mais brilhantes que conheci, me disse que nada disso interessava, compreendia agora, porque não tinha acompanhado a família.
Mas ler um estudo, publicado numa outra língua, com validade científica, é outra coisa. Tem outro impacto. Sobre mim, que me habituei a seleccionar muito bem o que lia e a veracidade do que era dito. E ao ter sobre mim, tem forçosamente sobre a minha vida. Tem de ter. É obrigatório que tenha. "Sê a mudança que queres que aconteça". Temos de pensar sobre isto. A vida é a que há. Não há rosas, nem nuvens de algodão doce. Há o que há. E nem sempre é fácil olhar para o que há e descobrir-lhe algo de positivo, ou de bom. Mas o esforço é uma obrigação. Se quero a minha vida melhor. O queixume e a lamuria, a falta de planeamento e empenho, o cansaço de que tudo o que é mau, de tudo o que tolhe e encolhe, de todas as decisões que nos sentimos obrigados a tomar fazem-nos pequenos. Cada vez mais pequenos. Temos medo, porque achamos conforto no que não nos obriga a arriscar.
Um dia, vi no TED uma palestra sobre como podemos utilizar o medo a nosso favor. Recorrendo à "productive paranoia", uma estratégia que nos obriga a enunciar tudo o que pode correr mal e o que poderemos fazer para ultrapassar ou evitar esses acontecimentos. Fi-lo. Estou numa situação privilegiada, não tenham dúvidas, que eu também não as tenho. Não tive só coragem, tive e tenho muitas ajudas. Mas podia não o ter feito. Podia ter assumido que o risco era demasiado grande e que era preciso esperar pela melhor altura. Pelas condições certas. Podia ter esperado. E no fim os meus arrependimentos fazerem parte daquele top 5.
Juntem-se.
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